Eu vivi algumas decepções.
Pessoas que fizeram promessas,
mas que não tinham condições de cumprir
nenhuma dessas promessas.
Então, hoje, tenho um certo receio de promessas.
Sempre acredito que são apenas palavras.
Mas contigo tem sido diferente.
Sinto a insegurança que existe dentro de mim,
pela novidade da vivência,
mas confio também.
Confio na tua emoção!
Confio nas minhas sensações!
Tenho me dado a oportunidade
de acreditar e sonhar.
E apesar das dificuldades,
tem sido tão bom!!!!
Existe algo que me diz:
entregue-se, confie, viva!
Existe a loucura presente!
Mas o desejo de ser feliz e ficar bem,
é muito maior!
Eu consigo sonhar, fazer planos,
me imaginar ao teu lado,
por todo o tempo que desejamos.
Sei que faço isso com dificuldades.
Preciso estar sempre alerta para não estragar tudo.
Preciso estar sempre consciente para não
transformar tudo em fumaça.
E tu tens sido algo claro no meio da minha escuridão!
Obrigada!
Não sei se tu tens noção do quanto tens iluminado meu ser.
sexta-feira, junho 24, 2011
domingo, junho 12, 2011
Frase do Osho
Sempre que acontecer belas experiências de alegria,
contentamento, amor, beatitude e benção,
lembre-se de uma coisa,
você não é o manipulador delas
elas simplesmente vêm.
Sinta-se agradecido e diga obrigado,
e esqueça tudo a respeito delas.
Não as guarde em sua memória,
e não fique ganancioso a respeito delas.
Se você ficar ganancioso o ego já entrou
e, por vingança, ele começa a envenená-lo de novo.
contentamento, amor, beatitude e benção,
lembre-se de uma coisa,
você não é o manipulador delas
elas simplesmente vêm.
Sinta-se agradecido e diga obrigado,
e esqueça tudo a respeito delas.
Não as guarde em sua memória,
e não fique ganancioso a respeito delas.
Se você ficar ganancioso o ego já entrou
e, por vingança, ele começa a envenená-lo de novo.
domingo, maio 15, 2011
Procura, Pedro Camargo Mariano
Descobrindo novas velhas músicas.
Hoje pela manhã, escutando a Nova Brasil FM
ouvi esta música pela primeira vez.
E tive uma experiência de paixão a primeira audição.
Coisa rara em mim.
A letra é essa:
Andar, andar, andei
Eu procurei por toda parte
Não encontrei um só lugar
Em cada porto e cidade não vi você.
No mar, o mar, o mar,
Eu naveguei por tanto mar
E naufraguei ao acreditar
Que a solidão do imenso mar
Trouxesse a paz.
Pensei que encontrando você talvez
Toda tristeza do mundo que sei
Fosse embora num segundo eu achei
Que bastaria você...
E eu errei,
O que eu queria já estava em mim
O céu, a terra, você, enfim...
Todo esse tempo que percorri
Era o que procurava,
Não vi.
Por algum motivo que eu não sei explicar,
sinto que parece comigo.
Hoje pela manhã, escutando a Nova Brasil FM
ouvi esta música pela primeira vez.
E tive uma experiência de paixão a primeira audição.
Coisa rara em mim.
A letra é essa:
Andar, andar, andei
Eu procurei por toda parte
Não encontrei um só lugar
Em cada porto e cidade não vi você.
No mar, o mar, o mar,
Eu naveguei por tanto mar
E naufraguei ao acreditar
Que a solidão do imenso mar
Trouxesse a paz.
Pensei que encontrando você talvez
Toda tristeza do mundo que sei
Fosse embora num segundo eu achei
Que bastaria você...
E eu errei,
O que eu queria já estava em mim
O céu, a terra, você, enfim...
Todo esse tempo que percorri
Era o que procurava,
Não vi.
Por algum motivo que eu não sei explicar,
sinto que parece comigo.
domingo, maio 08, 2011
Domingos
Domingos são dias difíceis.
Por serem véspera de segunda-feira também, mas, simplesmente, por ser domingo.
Não gosto de domingos.
No passado, com a igreja, ocupando meus dias,
os domingos não me perturbavam.
Tinha reunião dominical, serão, ensaio do coral, etc, etc.
Como poderia me incomodar com os domingos.
Quando deixei de frequentar a igreja,
eu descobri a dor que este dia me causa.
É um dia com cara de família e amor (na minha cabecinha oca).
E eu nunca tive essa coisa família e amor,
aos domingos.
Sempre foram obrigações (as visitas da minha mãe),
ou solidão.
Então, domingos são naturalmente difíceis.
Mas hoje foi um domingo bem difícil!
Aceitar viver uma situação sue generis na minha vida,
já é difícil, mas ... depois da páscoa, ficou mais difícil ainda.
Eu sinto falta!
Sinto falta do cheiro, do corpo, do toque, da presença.
Nos dois últimos domingos, essa ausência me causou um imenso vazio.
Foi como se tivesse acordado muitos e muitos dias da minha vida
junto dele, e, de repente, isso tivesse encerrado,
e eu não soubesse viver sem isso.
Hoje, a primeira coisa que fiz, foi ligar pra ele.
Não tinha levantado, na verdade.
Estendi o braço, peguei o telefone, mandei um sms, e logo depois, liguei.
Para compensar o fato, de que não posso ter a presença.
Preciso de ações que me iludam: ouvir a voz, trocar mensagens, ver a foto.
Sinto falta, saudade, angústia!
Não imaginei que, em tão pouco tempo, essa pessoa pudesse ser o que tem sido.
Eu estou apaixonada, e não sei como lidar.
Tenho levado a vida como um alcoólatra em recuperação:
cada dia de cada vez.
Cada dia tem "a dor e a delícia de ser o que é".
A dor, de não tê-lo e a delícia de sentir como se estivéssemos sempre juntos.
Nos últimos anos,
meus "relacionamentos" não me trouxeram essa delícia,
somente a dor da solidão ao lado de alguém.
E agora eu tenho a delícia de sentir alguém comigo
(parecemos emocionalmente conectados),
mas que, fisicamente, está tão longe,
que chego a sentir dor de tanta saudade!
Não sei o que fazer pra resolver.
Nâo sei "como" fazer pra resolver.
Nem ao menos sei, se conseguiremos ficar no mesmo lugar.
Mas se alguém me desse essa oportunidade hoje,
sei que agarraria com unhas e dentes,
pois não aguento mais a dor da distância.
Ouvir a voz, todos os dias, tem sido pouco pra mim.
Muito pouco!
"E pouco, eu não quero mais!"
Por serem véspera de segunda-feira também, mas, simplesmente, por ser domingo.
Não gosto de domingos.
No passado, com a igreja, ocupando meus dias,
os domingos não me perturbavam.
Tinha reunião dominical, serão, ensaio do coral, etc, etc.
Como poderia me incomodar com os domingos.
Quando deixei de frequentar a igreja,
eu descobri a dor que este dia me causa.
É um dia com cara de família e amor (na minha cabecinha oca).
E eu nunca tive essa coisa família e amor,
aos domingos.
Sempre foram obrigações (as visitas da minha mãe),
ou solidão.
Então, domingos são naturalmente difíceis.
Mas hoje foi um domingo bem difícil!
Aceitar viver uma situação sue generis na minha vida,
já é difícil, mas ... depois da páscoa, ficou mais difícil ainda.
Eu sinto falta!
Sinto falta do cheiro, do corpo, do toque, da presença.
Nos dois últimos domingos, essa ausência me causou um imenso vazio.
Foi como se tivesse acordado muitos e muitos dias da minha vida
junto dele, e, de repente, isso tivesse encerrado,
e eu não soubesse viver sem isso.
Hoje, a primeira coisa que fiz, foi ligar pra ele.
Não tinha levantado, na verdade.
Estendi o braço, peguei o telefone, mandei um sms, e logo depois, liguei.
Para compensar o fato, de que não posso ter a presença.
Preciso de ações que me iludam: ouvir a voz, trocar mensagens, ver a foto.
Sinto falta, saudade, angústia!
Não imaginei que, em tão pouco tempo, essa pessoa pudesse ser o que tem sido.
Eu estou apaixonada, e não sei como lidar.
Tenho levado a vida como um alcoólatra em recuperação:
cada dia de cada vez.
Cada dia tem "a dor e a delícia de ser o que é".
A dor, de não tê-lo e a delícia de sentir como se estivéssemos sempre juntos.
Nos últimos anos,
meus "relacionamentos" não me trouxeram essa delícia,
somente a dor da solidão ao lado de alguém.
E agora eu tenho a delícia de sentir alguém comigo
(parecemos emocionalmente conectados),
mas que, fisicamente, está tão longe,
que chego a sentir dor de tanta saudade!
Não sei o que fazer pra resolver.
Nâo sei "como" fazer pra resolver.
Nem ao menos sei, se conseguiremos ficar no mesmo lugar.
Mas se alguém me desse essa oportunidade hoje,
sei que agarraria com unhas e dentes,
pois não aguento mais a dor da distância.
Ouvir a voz, todos os dias, tem sido pouco pra mim.
Muito pouco!
"E pouco, eu não quero mais!"
domingo, abril 24, 2011
EHD - Nós somos fogo e gasolina
Você é um avião e eu sou um edifício
Eu sou um abrigo e você é um missil
Eu sou a mata e você é a moto-serra
Eu sou um terremoto e você a Terra.
O nosso jogo é perigoso, menina
Nós somos fogo
Nós somos fogo
Nós somos fogo e gasolina
Você é o fósforo e eu sou o pavio
Você é um torpedo e eu sou um navio
Você é o trem e eu sou o trilho
Eu sou o dedo e você é o meu gatilho
O nosso jogo é perigoso, menina
Nós somos fogo
Nós somos fogo
Nós somos fogo e gasolina
Nós somos fogo
Nós somos fogo
Nós somos fogo e gás
Eu sou a veia e você é a agulha
Eu sou o gás e você é a fagulha
Eu sou o fogo e você é a gasolina
Eu sou a pólvora e você a mina
O nosso jogo perigoso combina
Nós somos fogo
Nós somos fogo
Nós somos fogo e gasolina
Eu sou um abrigo e você é um missil
Eu sou a mata e você é a moto-serra
Eu sou um terremoto e você a Terra.
O nosso jogo é perigoso, menina
Nós somos fogo
Nós somos fogo
Nós somos fogo e gasolina
Você é o fósforo e eu sou o pavio
Você é um torpedo e eu sou um navio
Você é o trem e eu sou o trilho
Eu sou o dedo e você é o meu gatilho
O nosso jogo é perigoso, menina
Nós somos fogo
Nós somos fogo
Nós somos fogo e gasolina
Nós somos fogo
Nós somos fogo
Nós somos fogo e gás
Eu sou a veia e você é a agulha
Eu sou o gás e você é a fagulha
Eu sou o fogo e você é a gasolina
Eu sou a pólvora e você a mina
O nosso jogo perigoso combina
Nós somos fogo
Nós somos fogo
Nós somos fogo e gasolina
sexta-feira, abril 22, 2011
EHD mais uma vez
Então, ... aconteceu.
Mais de um mês de medo,
inseguranças,
dúvidas, e ...
finalmente,
aconteceu.
E foi mais do que eu imaginei.
Havia calor, tensão, tesão,
carinho, afeto,
ansiedade,
das duas partes.
E agora estou de ressaca emocional.
Com aquela sensação de vazio,
de quem teve um período preenchido
de carinho, afeto e outras
sensações que me fazem falta.
Estou com saudades,
de reconhecer características
que eu já conhecia.
De aprender coisas novas.
Estou com saudades
das coisas pequenas,
como sempre.
Saudade das risadas
por causa de uma cena engraçada,
do olhar cheio de um carinho,
que tão poucas vezes eu vi,
em outros olhos.
Saudade do beijo,
da intensidade do abraço,
do jeito quase infantil
de falar de futebol e de cinema.
Eu estou literalmente submetida.
Hipnotizada.
Impressionada.
Encantada!
Apaixonada!
Não sei como lidar com isso.
Não sei como viver com isso.
Estava acostumada a lidar com o desinteresse,
com a mensagem dúbia,
com a falta de carinho,
e tudo que eu vi por hoje,
é o avesso do avesso
que eu tinha recebido.
E eu gostei disso!
Muito!
Mais de um mês de medo,
inseguranças,
dúvidas, e ...
finalmente,
aconteceu.
E foi mais do que eu imaginei.
Havia calor, tensão, tesão,
carinho, afeto,
ansiedade,
das duas partes.
E agora estou de ressaca emocional.
Com aquela sensação de vazio,
de quem teve um período preenchido
de carinho, afeto e outras
sensações que me fazem falta.
Estou com saudades,
de reconhecer características
que eu já conhecia.
De aprender coisas novas.
Estou com saudades
das coisas pequenas,
como sempre.
Saudade das risadas
por causa de uma cena engraçada,
do olhar cheio de um carinho,
que tão poucas vezes eu vi,
em outros olhos.
Saudade do beijo,
da intensidade do abraço,
do jeito quase infantil
de falar de futebol e de cinema.
Eu estou literalmente submetida.
Hipnotizada.
Impressionada.
Encantada!
Apaixonada!
Não sei como lidar com isso.
Não sei como viver com isso.
Estava acostumada a lidar com o desinteresse,
com a mensagem dúbia,
com a falta de carinho,
e tudo que eu vi por hoje,
é o avesso do avesso
que eu tinha recebido.
E eu gostei disso!
Muito!
domingo, abril 17, 2011
Gayatri Mantra
Sempre que eu escuto esse mantra, meu coração se acalma.
E nesta semana, em que meu coração
vai ficar tão ansioso e inquieto
preciso mais dessa canção
do que em todos os dias anteriores.
Gayatri Mantra
Om bhur bhuvaha svaha
Tat savitur varenyam
Bhargo devasya dhimahi
Dhiyo yonah prachodayat
Tradução:
Ó deus da vida que traz felicidade
Dá-nos tua luz que destrói pecados
Que a tua divinidade nos penetre
E possa inspirar nossa mente
E nesta semana, em que meu coração
vai ficar tão ansioso e inquieto
preciso mais dessa canção
do que em todos os dias anteriores.
Gayatri Mantra
Om bhur bhuvaha svaha
Tat savitur varenyam
Bhargo devasya dhimahi
Dhiyo yonah prachodayat
Tradução:
Ó deus da vida que traz felicidade
Dá-nos tua luz que destrói pecados
Que a tua divinidade nos penetre
E possa inspirar nossa mente
quinta-feira, abril 14, 2011
Mesmo que mude
Hoje, um velho amigo adicionou um vídeo
aos seus prediletos
do orkut.
Um vídeo da Banda Bidê ou Balde,
que diga-se de passagem,
não é das minhas bandas prediletas,
mas eu adorei o vídeo.
A letra da música combina com algo
que eu acredito e muito:
é sempre amor, mesmo que mude.
Se em algum momento, eu amei aquela pessoa,
eu vou amar sempre, só que vai mudar,
outras pessoas virão,
outras oportunidades,
outras escolhas,
mas o amor, se foi real, estará lá.
Só deixará de ser, se nunca foi.
Então, hoje, este é o meu registro,
a letra da música:
Composição : Carlinhos Carneiro / Rodrigo Pilla
Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Só pra conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer "alô"
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
aos seus prediletos
do orkut.
Um vídeo da Banda Bidê ou Balde,
que diga-se de passagem,
não é das minhas bandas prediletas,
mas eu adorei o vídeo.
A letra da música combina com algo
que eu acredito e muito:
é sempre amor, mesmo que mude.
Se em algum momento, eu amei aquela pessoa,
eu vou amar sempre, só que vai mudar,
outras pessoas virão,
outras oportunidades,
outras escolhas,
mas o amor, se foi real, estará lá.
Só deixará de ser, se nunca foi.
Então, hoje, este é o meu registro,
a letra da música:
Composição : Carlinhos Carneiro / Rodrigo Pilla
Ela vai mudar,
Vai gostar de coisas que ele nunca imaginou
Vai ficar feliz de ver que ele também mudou
Pelo jeito não descarta uma nova paixão
Mas espera que ele ligue a qualquer hora
Só pra conversar
E perguntar se é tarde pra ligar
Dizer que pensou nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ela aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Ele vai mudar,
Escolher um jeito novo de dizer "alô"
Vai ter medo de que um dia ela vá mudar
Que aprenda a esquecer sua velha paixão
Mas evita ir até o telefone
Para conversar
Pois é muito tarde pra ligar
Tem pensado nela
Estava com saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
Para conversar
Nunca é muito tarde pra ligar
Ele pensa nela
Ela tem saudade
Mesmo sem ter esquecido que
É sempre amor, mesmo que acabe
Com ele aonde quer que esteja
É sempre amor, mesmo que mude
É sempre amor, mesmo que alguém esqueça o que passou
domingo, abril 10, 2011
Estranho seria se eu não me apaixonasse por você ...
São sempre as pequenas lembranças que contam.
As atitudes mais simples,
as palavras ditas no meio da conversa,
que não deveriam ser o foco principal
que mais me impressionam.
São sempre as sensações que ficam na minha memória.
"Estranho é gostar tanto do seu all star azul".
Foram sempre os olhares, os sorrisos, as palavras não ditas
que ficaram registradas na memória afetiva
e que me permitiram amar algumas pessoas.
E hoje, são os silêncios, a respiração, a mudança de tom,
que me marcam mais, de todas as nossas conversas intermináveis.
Cinco horas conversando,
e do que eu mais lembro,
foi da sensação de que tu estavas ali, do meu lado.
A sensação de que se eu estendesse a mão,
eu conseguiria te tocar.
Absolutamente irreal, porém intensa.
As atitudes mais simples,
as palavras ditas no meio da conversa,
que não deveriam ser o foco principal
que mais me impressionam.
São sempre as sensações que ficam na minha memória.
"Estranho é gostar tanto do seu all star azul".
Foram sempre os olhares, os sorrisos, as palavras não ditas
que ficaram registradas na memória afetiva
e que me permitiram amar algumas pessoas.
E hoje, são os silêncios, a respiração, a mudança de tom,
que me marcam mais, de todas as nossas conversas intermináveis.
Cinco horas conversando,
e do que eu mais lembro,
foi da sensação de que tu estavas ali, do meu lado.
A sensação de que se eu estendesse a mão,
eu conseguiria te tocar.
Absolutamente irreal, porém intensa.
sábado, abril 09, 2011
EHD
No início de fevereiro nós nos reencontramos.
Virtualmente, é óbvio,
pois há 1500 kilômetros de distância real.
E nestes dias, ele tem se tornado
presença absoluta na minha vida.
Devo a ele o pouco de ânimo
que me permite trabalhar, estudar, escrever,
ou qualquer outra coisa que eu precise viver.
E é justamente essa noção,
da importância que todo esse convívio
tem adquirido na minha vida,
que me deixa tão perturbada.
Literalmente, em pânico.
E ao mesmo tempo, encantada,
seduzida, apaixonada.
A leveza com que ele entrega todos os pensamentos,
lembranças, sentimentos, me causam impacto.
Eu o admiro por isso!
Não faz parte de mim, ser tão leve,
tão sincera sobre o que eu sinto.
Prefiro o silêncio quando a emoção
é intensa e pode me expor.
Na terapia alternativa,
esse meu jeito, rendeu muitas críticas.
Renderia ainda se eu estivesse por lá.
Para não ter que ouvir isso todas as vezes,
como um cd arranhado, eu fico longe.
Lembro de todos os feedbacks,
não quero as reprises.
Mas voltando ao espírito leve que ronda a minha vida.
Nos falamos todos os dias,
conversamos sobre tudo:
de contas a pagar;
projetos de futuro;
como a vida funcionou
em todos os anos em que não nos encontramos;
fantasias sexuais;
desejos;
gostos musicais;
receios e inseguranças;
fatos marcantes, etc, etc, e etc.
Nunca imaginei que teríamos tanto pra conversar.
Na verdade, há dois meses atrás,
eu acho que nem lembrava da existência dele.
E agora, existem laços nos aproximando,
cada dia mais.
E eu tenho meus julgamentos sobre isso.
Mas, decidi que eu me permitiria "viajar",
me iludir, sonhar.
Por que eu nunca me permito sonhar.
Eu sempre me cobro uma postura realista
perante tudo que me acontece.
Na verdade, nem me cobro mais,
essa postura já vem automaticamente.
E isso não me impede de sofrer.
Na verdade, me machuca muito.
Pois eu sou uma romântica sonhadora,
decepcionada com a vida desde antes de viver.
Então, estou me permitindo acreditar
em algo que, normalmente, eu não acreditaria.
Mas ... isso me dá um aperto,
uma angústia, insegurança.
Ninguém me ensinou a sonhar com o amor!
Eu sei construir coisas no trabalho, nos estudos,
mas não sei sonhar com o amor,
não sei acreditar.
E escolhi sonhar com isso,
pela primeira vez, depois de muito tempo.
E estou com muito medo!
Fazendo um esforço enorme,
para não desligar o telefone,
quando ele me liga,
para não fugir, quando sinto vontade de estar perto.
E quando eu não fujo,
a voz dele me traz uma alegria,
uma insensatez, que me faz um bem enorme!
Eu falo tudo que eu sinto,
mesmo que isso possa ser usado contra mim,
por que pelo menos uma vez na vida
eu preciso ser assim.
Só que ninguém imagina,
o esforço que eu faço
para não fugir, não sair correndo,
implorando para que alguém me acorde desse sonho.
Pela primeira vez, eu posso dizer:
"Nothing compares to you".
E essa música está no momento errado,
com a pessoa errada, pois não era a ele
que me remetia antigamente.
Mas hj, todas as músicas se referem a ele.
"Eu sei que é pra sempre,
enquanto durar,
Eu peço somente,
o que eu puder dar."
"He's taken my heart,
(But) she doesn't know what she's done"
Ah, não se pode garantir nada,
mesmo que me ligue todos os dias,
escreva, mande mensagens,
pois ele tem um coração cheio de dúvidas.
Histórias recentes que pesam para o caminho contrário.
E eu sinto essa dor!
Eu sinto ciúmes deste passado!
Virtualmente, é óbvio,
pois há 1500 kilômetros de distância real.
E nestes dias, ele tem se tornado
presença absoluta na minha vida.
Devo a ele o pouco de ânimo
que me permite trabalhar, estudar, escrever,
ou qualquer outra coisa que eu precise viver.
E é justamente essa noção,
da importância que todo esse convívio
tem adquirido na minha vida,
que me deixa tão perturbada.
Literalmente, em pânico.
E ao mesmo tempo, encantada,
seduzida, apaixonada.
A leveza com que ele entrega todos os pensamentos,
lembranças, sentimentos, me causam impacto.
Eu o admiro por isso!
Não faz parte de mim, ser tão leve,
tão sincera sobre o que eu sinto.
Prefiro o silêncio quando a emoção
é intensa e pode me expor.
Na terapia alternativa,
esse meu jeito, rendeu muitas críticas.
Renderia ainda se eu estivesse por lá.
Para não ter que ouvir isso todas as vezes,
como um cd arranhado, eu fico longe.
Lembro de todos os feedbacks,
não quero as reprises.
Mas voltando ao espírito leve que ronda a minha vida.
Nos falamos todos os dias,
conversamos sobre tudo:
de contas a pagar;
projetos de futuro;
como a vida funcionou
em todos os anos em que não nos encontramos;
fantasias sexuais;
desejos;
gostos musicais;
receios e inseguranças;
fatos marcantes, etc, etc, e etc.
Nunca imaginei que teríamos tanto pra conversar.
Na verdade, há dois meses atrás,
eu acho que nem lembrava da existência dele.
E agora, existem laços nos aproximando,
cada dia mais.
E eu tenho meus julgamentos sobre isso.
Mas, decidi que eu me permitiria "viajar",
me iludir, sonhar.
Por que eu nunca me permito sonhar.
Eu sempre me cobro uma postura realista
perante tudo que me acontece.
Na verdade, nem me cobro mais,
essa postura já vem automaticamente.
E isso não me impede de sofrer.
Na verdade, me machuca muito.
Pois eu sou uma romântica sonhadora,
decepcionada com a vida desde antes de viver.
Então, estou me permitindo acreditar
em algo que, normalmente, eu não acreditaria.
Mas ... isso me dá um aperto,
uma angústia, insegurança.
Ninguém me ensinou a sonhar com o amor!
Eu sei construir coisas no trabalho, nos estudos,
mas não sei sonhar com o amor,
não sei acreditar.
E escolhi sonhar com isso,
pela primeira vez, depois de muito tempo.
E estou com muito medo!
Fazendo um esforço enorme,
para não desligar o telefone,
quando ele me liga,
para não fugir, quando sinto vontade de estar perto.
E quando eu não fujo,
a voz dele me traz uma alegria,
uma insensatez, que me faz um bem enorme!
Eu falo tudo que eu sinto,
mesmo que isso possa ser usado contra mim,
por que pelo menos uma vez na vida
eu preciso ser assim.
Só que ninguém imagina,
o esforço que eu faço
para não fugir, não sair correndo,
implorando para que alguém me acorde desse sonho.
Pela primeira vez, eu posso dizer:
"Nothing compares to you".
E essa música está no momento errado,
com a pessoa errada, pois não era a ele
que me remetia antigamente.
Mas hj, todas as músicas se referem a ele.
"Eu sei que é pra sempre,
enquanto durar,
Eu peço somente,
o que eu puder dar."
"He's taken my heart,
(But) she doesn't know what she's done"
Ah, não se pode garantir nada,
mesmo que me ligue todos os dias,
escreva, mande mensagens,
pois ele tem um coração cheio de dúvidas.
Histórias recentes que pesam para o caminho contrário.
E eu sinto essa dor!
Eu sinto ciúmes deste passado!
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
E quando eu penso que nada mais vai me surpreender ...
a vida me surpreende de forma impressionante.
Se bem que neste caso, não foi a vida ...
fui eu que consegui
me surpreender de forma impressionante.
Foram as minhas reações que vieram
com uma intensidade não imaginada.
E agora, viva-se com isso, visto não haver,
no momento,
uma forma melhor de esclarecer esta questão.
Como 18 anos de atraso,
a capacidade de responder a altura,
me vem e, por questões de logística,
totalmente impraticável.
Eita, vidinha mais ou menos.
Bom, mas valeu para uma coisa ...
descobri que o mal que me aflige
é bem mais fácil de resolver do que eu esperava.
a vida me surpreende de forma impressionante.
Se bem que neste caso, não foi a vida ...
fui eu que consegui
me surpreender de forma impressionante.
Foram as minhas reações que vieram
com uma intensidade não imaginada.
E agora, viva-se com isso, visto não haver,
no momento,
uma forma melhor de esclarecer esta questão.
Como 18 anos de atraso,
a capacidade de responder a altura,
me vem e, por questões de logística,
totalmente impraticável.
Eita, vidinha mais ou menos.
Bom, mas valeu para uma coisa ...
descobri que o mal que me aflige
é bem mais fácil de resolver do que eu esperava.
domingo, dezembro 19, 2010
A casa do lago
Hoje tive a minha sessão remember de filmes.
Eu gosto de rever meus filmes prediletos!
A casa do lago é um dos filmes de que mais gosto.
A solidão da dra. Kate me é velha conhecida.
Talvez eu tenha parecido por algum tempo,
mais receptiva e disposta ao convívio social do que ela,
porém internamente eu tinha aquela mesma sensação de vazio.
A mesma sensação de desamparo que ela descreve para sua chefe
quanto a afastar aqueles que gostam dela, e que
daria seu coração a alguém com quem talvez nunca venha a encontrar.
A história não é plausível, mas a delicadeza com que foi abordado,
faz com que facilmente possamos entrar no delírio do espaço temporal
entre os dois apaixonados.
O passeio deles por Chicago muito me impressiona.
Espero que mesmo que eu me identifique com o vazio de Kate
eu não fraqueje como ela e aceite ingressar numa história
mais vazia ainda, simplesmente por cansaço de viver em solidão.
Só do lado de alguém é muito mais solitário do que quando se está sozinha!
Eu gosto de rever meus filmes prediletos!
A casa do lago é um dos filmes de que mais gosto.
A solidão da dra. Kate me é velha conhecida.
Talvez eu tenha parecido por algum tempo,
mais receptiva e disposta ao convívio social do que ela,
porém internamente eu tinha aquela mesma sensação de vazio.
A mesma sensação de desamparo que ela descreve para sua chefe
quanto a afastar aqueles que gostam dela, e que
daria seu coração a alguém com quem talvez nunca venha a encontrar.
A história não é plausível, mas a delicadeza com que foi abordado,
faz com que facilmente possamos entrar no delírio do espaço temporal
entre os dois apaixonados.
O passeio deles por Chicago muito me impressiona.
Espero que mesmo que eu me identifique com o vazio de Kate
eu não fraqueje como ela e aceite ingressar numa história
mais vazia ainda, simplesmente por cansaço de viver em solidão.
Só do lado de alguém é muito mais solitário do que quando se está sozinha!
quinta-feira, setembro 02, 2010
terça-feira, agosto 31, 2010
Na semana passada
Na semana passada, mais uma sessão, terapia de novo.
E aí, surgiu a pergunta, ou melhor, a ponderação
talvez simplesmente as pessoas daqui não estejam preparadas
para o meu jeito de ser e de ver a vida.
E também surgiu a ponderação
sobre que tipo de atenção eu ofereço
a conduta fraca e sem determinação do aquariano.
E, eu pensei:
se algum dia nós tivéssemos sido amigos
ele jamais se comportaria dessa forma tão imbecil.
E agora eu não consigo olhar pra ele!
Ainda bem que o meu quadril me deu uma rasteira
e eu estou afastada daquele moleque fraco, de 38 anos.
E que ruim, estar tão carente e vulnerável
que eu dei crédito pra uma conversa tão sem valor.
Eu estava tão disponível no princípio de tudo ...
Detesto quando eu não consigo determinar
o que eu vou fazer
com as minhas emoções.
E foi exatamente isso que aconteceu neste caso.
Eu perdi o controle.
Eu me abri e tentei dar várias oportunidades.
Achei que se eu mudasse meu comportamento usual,
o final poderia mudar,
mas me equivoquei.
Eu continuo atraindo os covardes.
E aí, surgiu a pergunta, ou melhor, a ponderação
talvez simplesmente as pessoas daqui não estejam preparadas
para o meu jeito de ser e de ver a vida.
E também surgiu a ponderação
sobre que tipo de atenção eu ofereço
a conduta fraca e sem determinação do aquariano.
E, eu pensei:
se algum dia nós tivéssemos sido amigos
ele jamais se comportaria dessa forma tão imbecil.
E agora eu não consigo olhar pra ele!
Ainda bem que o meu quadril me deu uma rasteira
e eu estou afastada daquele moleque fraco, de 38 anos.
E que ruim, estar tão carente e vulnerável
que eu dei crédito pra uma conversa tão sem valor.
Eu estava tão disponível no princípio de tudo ...
Detesto quando eu não consigo determinar
o que eu vou fazer
com as minhas emoções.
E foi exatamente isso que aconteceu neste caso.
Eu perdi o controle.
Eu me abri e tentei dar várias oportunidades.
Achei que se eu mudasse meu comportamento usual,
o final poderia mudar,
mas me equivoquei.
Eu continuo atraindo os covardes.
sexta-feira, agosto 13, 2010
Tortura
Frágil.
Vulnerável.
Delicada.
Fácil de quebrar.
Desmanchando.
E tu, vens, com esse olhar...
E eu sou obrigada a admitir,
tens o dominio desse encontro,
tanto controle que me dá medo.
Me atrai, e me aterroriza.
Vulnerável.
Delicada.
Fácil de quebrar.
Desmanchando.
E tu, vens, com esse olhar...
E eu sou obrigada a admitir,
tens o dominio desse encontro,
tanto controle que me dá medo.
Me atrai, e me aterroriza.
sábado, agosto 07, 2010
Extremamente sem paciência
De novo, aquela sensação de cansaço se repetindo.
O corpo está dando sinal de sono, cansaço e esgotamento.
E as emoções estão irritadiças.
Eu passo os meus dias, encenando uma pessoa que eu não sou.
Nao é tão difícil por que é uma personagem que eu conheço,
mas não sou eu, e isso tem me cansado.
Esse teatro me faz cansada com tudo e todos.
Não tenho mais vontade de tentar fazer amigos ou conhecer lugares.
Aqui, eu prefiro ficar sozinha:
Sozinha, eu posso ser eu mesma;
Acompanhada eu preciso me conter,
disfarçar meu choque perante a vida das pessoas.
Só que aqui, eu é que estou na contramão da história.
E quando essa irritação e esse cansaço aparecem,
eu sinto falta de um colo.
E, é óbvio, que aqui eu não tenho colo,
abraço, carinho e cuidado!
Aqui sou eu por mim mesma,
e a existência pra dar uma força.
Meu "excesso de independência"
é a única coisa que me resta,
e em alguns momentos,
é tudo que eu gostaria de deixar guardado na mochila.
Eu gostaria de alguém que me desse uma folga,
me desse colo, chamego e histórias,
assim eu poderia simplesmente recuperar as forças
e seguir, sem me queixar.
Mas, não conheço e nunca conheci essa pessoa.
O corpo está dando sinal de sono, cansaço e esgotamento.
E as emoções estão irritadiças.
Eu passo os meus dias, encenando uma pessoa que eu não sou.
Nao é tão difícil por que é uma personagem que eu conheço,
mas não sou eu, e isso tem me cansado.
Esse teatro me faz cansada com tudo e todos.
Não tenho mais vontade de tentar fazer amigos ou conhecer lugares.
Aqui, eu prefiro ficar sozinha:
Sozinha, eu posso ser eu mesma;
Acompanhada eu preciso me conter,
disfarçar meu choque perante a vida das pessoas.
Só que aqui, eu é que estou na contramão da história.
E quando essa irritação e esse cansaço aparecem,
eu sinto falta de um colo.
E, é óbvio, que aqui eu não tenho colo,
abraço, carinho e cuidado!
Aqui sou eu por mim mesma,
e a existência pra dar uma força.
Meu "excesso de independência"
é a única coisa que me resta,
e em alguns momentos,
é tudo que eu gostaria de deixar guardado na mochila.
Eu gostaria de alguém que me desse uma folga,
me desse colo, chamego e histórias,
assim eu poderia simplesmente recuperar as forças
e seguir, sem me queixar.
Mas, não conheço e nunca conheci essa pessoa.
quinta-feira, julho 29, 2010
Excesso de independência
Ontem foi dia de terapia.
Mais um passo na direção de abrir minha história de vida
para uma psicóloga.
Dessa vez cheguei aos 30 anos.
Cheguei na minha separação.
Ainda faltam 9 anos.
E a terapeuta me perguntou
se, talvez, a minha excessiva independência
não seria uma coisa de se pensar.
Excessiva independência?
Isso existe?
E, todo aquele papo namastêmico
de que eu era excessivamente dependente e delicada?
De que eu me deixo dominar com muita facilidade?
Ou eu sou esquizofrênica (o que eu acredito não ser),
ou alguém está enganado na avaliação.
Porém,
dizem algumas pessoas,
que a minha excessiva independência,
realmente deixava as pessoas ao meu redor malucas.
E agora?
Fiquei com essa coisa rondando meu cérebro ...
EXCESSIVA INDEPENDÊNCIA.
E não me parece que esse questionameto
veio como uma informação positiva.
Mas talvez seja apenas a minha tendência de me depreciar
que tenha vindo com toda força ao ser provocada.
Eu sei, que fiquei com a "pulga atrás da orelha".
Também preciso registrar,
que depois de 20 anos,
retomei contato com o meu ex-namorado de infância.
Não vou dizer o nome por que já me ferrei sendo específica
aqui neste mesmo blog por causa de uma louca insana,
então ele fica sem nome ou apenas com um título:
"ex-namorado de infância".
Extremamente divertido retomar contato.
A amizade está lá, do mesmo jeito de sempre.
Talvez com traços do amadurecimento
que quarenta anos de vida
colocam nas nossas costas.
Talvez facilitada pelo distanciamento
que a vida virtual nos permite.
Não sei bem.
Mas sei que é bom ter mais alguém
com quem manter contato - mesmo que virtualmente -
num mundo em que a pessoa de quem eu mais gosto
é uma menina de 11 anos, em quem eu estou extremamente apegada.
Ah, estou preocupada com a Anna.
Preciso poder fazer algo por uma menina
que não merece tanta confusão na vida dela.
Mas não sei em que posso ajudar.
Mais um passo na direção de abrir minha história de vida
para uma psicóloga.
Dessa vez cheguei aos 30 anos.
Cheguei na minha separação.
Ainda faltam 9 anos.
E a terapeuta me perguntou
se, talvez, a minha excessiva independência
não seria uma coisa de se pensar.
Excessiva independência?
Isso existe?
E, todo aquele papo namastêmico
de que eu era excessivamente dependente e delicada?
De que eu me deixo dominar com muita facilidade?
Ou eu sou esquizofrênica (o que eu acredito não ser),
ou alguém está enganado na avaliação.
Porém,
dizem algumas pessoas,
que a minha excessiva independência,
realmente deixava as pessoas ao meu redor malucas.
E agora?
Fiquei com essa coisa rondando meu cérebro ...
EXCESSIVA INDEPENDÊNCIA.
E não me parece que esse questionameto
veio como uma informação positiva.
Mas talvez seja apenas a minha tendência de me depreciar
que tenha vindo com toda força ao ser provocada.
Eu sei, que fiquei com a "pulga atrás da orelha".
Também preciso registrar,
que depois de 20 anos,
retomei contato com o meu ex-namorado de infância.
Não vou dizer o nome por que já me ferrei sendo específica
aqui neste mesmo blog por causa de uma louca insana,
então ele fica sem nome ou apenas com um título:
"ex-namorado de infância".
Extremamente divertido retomar contato.
A amizade está lá, do mesmo jeito de sempre.
Talvez com traços do amadurecimento
que quarenta anos de vida
colocam nas nossas costas.
Talvez facilitada pelo distanciamento
que a vida virtual nos permite.
Não sei bem.
Mas sei que é bom ter mais alguém
com quem manter contato - mesmo que virtualmente -
num mundo em que a pessoa de quem eu mais gosto
é uma menina de 11 anos, em quem eu estou extremamente apegada.
Ah, estou preocupada com a Anna.
Preciso poder fazer algo por uma menina
que não merece tanta confusão na vida dela.
Mas não sei em que posso ajudar.
sábado, julho 10, 2010
Feriado
Durante o feriado eu não fiz nada.
No máximo, lavei uma louça básica para que as baratas
não se tornassem companhia.
Mas, não fiz mais nada.
Estava cansada e precisava muuuuuuuuuuuito descansar.
Foi tããaããããããããaõ bom.
Nem sei como descrever.
Uma folga anterior ao sábado.
kkkkkkkkkk
Preciso de mais desses.
Hoje eu já estou fazendo alguns agitos na casa,
totalmente necessários, diga-se de passagem.
Mas ontem foi um dia ótimo.
E eu não fiz nada.
No máximo, lavei uma louça básica para que as baratas
não se tornassem companhia.
Mas, não fiz mais nada.
Estava cansada e precisava muuuuuuuuuuuito descansar.
Foi tããaããããããããaõ bom.
Nem sei como descrever.
Uma folga anterior ao sábado.
kkkkkkkkkk
Preciso de mais desses.
Hoje eu já estou fazendo alguns agitos na casa,
totalmente necessários, diga-se de passagem.
Mas ontem foi um dia ótimo.
E eu não fiz nada.
quinta-feira, julho 08, 2010
Começo a compreender
Depois de 39 anos de vida ... começo a compreender que eu sou corajosa.
Estranho demorar tanto tempo pra perceber isso de mim mesma.
Sempre, desde que me lembro, me considerei frágil e pouco perante os outros.
Talvez, eu nunca tenha olhado atentamente ao redor.
Eu, que me considerava observadora, nunca tinha percebido, o quanto as pessoas vivem em pânico "de viver".
Existe o grande risco de que eu me torne arrogante com essa descoberta.
Na verdade, acredito que isso já aconteceu.
Minha paciência com as dificuldades alheias tem diminuído notadamente.
Minha paciência com comentários e atitudes de fraqueza, tem sido irrisória.
E meu coração tem se tornado fechado perante o restante da humanidade.
Como dizia um colega de escola, quando eu tinha 13 anos, "quem pensa, não casa". Eu acho que a frase deveria ser, "quem pensa, com coragem, talvez deixe de considerar muitos humanos ao redor e se torne arrogante demais para compartilhar sua vida com os outros." Eu estou precisando de algo que dê significado para os outros seres na minha vida, como sempre foi, sem me reduzir ao nada que eu me achava antes.
Estou acostumada ao excesso de solidão aqui em "Tangamandápio",
e começando a achar os outros seres humanos totalmente desnecessários.
E sinto que isso não é saudável.
Estranho demorar tanto tempo pra perceber isso de mim mesma.
Sempre, desde que me lembro, me considerei frágil e pouco perante os outros.
Talvez, eu nunca tenha olhado atentamente ao redor.
Eu, que me considerava observadora, nunca tinha percebido, o quanto as pessoas vivem em pânico "de viver".
Existe o grande risco de que eu me torne arrogante com essa descoberta.
Na verdade, acredito que isso já aconteceu.
Minha paciência com as dificuldades alheias tem diminuído notadamente.
Minha paciência com comentários e atitudes de fraqueza, tem sido irrisória.
E meu coração tem se tornado fechado perante o restante da humanidade.
Como dizia um colega de escola, quando eu tinha 13 anos, "quem pensa, não casa". Eu acho que a frase deveria ser, "quem pensa, com coragem, talvez deixe de considerar muitos humanos ao redor e se torne arrogante demais para compartilhar sua vida com os outros." Eu estou precisando de algo que dê significado para os outros seres na minha vida, como sempre foi, sem me reduzir ao nada que eu me achava antes.
Estou acostumada ao excesso de solidão aqui em "Tangamandápio",
e começando a achar os outros seres humanos totalmente desnecessários.
E sinto que isso não é saudável.
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